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Trabalhando com usuários no WordPress.com: minha palestra no 12º Curitiba WordPress meetup

No dia 20/07, eu dei uma palestra no 12º Curitiba WordPress meetup onde falei um pouco sobre a Automattic, o meu atual trabalho como Happiness Engineer e sobre o processo de seleção dentro da empresa. Foi uma conversa longa (quase 2 horas intercaladas com ótimas questões) e o pessoal pareceu bastante interessado no trabalho de suporte a usuário.

Entre os tópicos tratados, estavam:

  • A Automattic como uma empresa distribuída
  • Trabalhando com suporte – como é o dia-a-dia de um Happiness Engineer
  • O processo de recrutamento (antes, durante e depois do teste)
  • Trabalho remoto

Abaixo, os slides da conversa:

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Reprodução de alguma ilustração, data totalmente desconhecida.

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Hospedei meu site de 1999 no GitHub

Foi em 1998, se não me falha a memória, a primeira vez que eu acessei a internet de um computador da casa dos meus pais. Inspirado pelo site que meu vizinho e amigo na época mantinha do seu clã de Quake, resolvi dar meus passos. Comecei a dividir meu tempo livre entre jogar basquete, ir ao fliperama, ouvir bandas novas e entender a tal da internet.

Como muitos dos moleques nascidos nos anos 80, tive o Nirvana como banda favorita, então fazer um site sobre Cobain e companhia foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça. Proveniente de uma estrofe de Drain You, chamar o site de Poison Apple foi uma escolha tanto por estima quanto exclusividade: não havia eu encontrado, na época, nenhuma ~homepage~ com esse nome. Comecei a mexer no FrontPage, instalei o PaintShop Pro e corri pro abraço. O conteúdo se resumia a transcrições de revistas, traduções (a sessão Lista de Músicas, por exemplo, foi retirada do The Internet Nirvana Fan Club e alguns textos próprios. A ilegalidade tentava imperar, mas os servidores do FortuneCity removiam religiosamente as mp3 que eu tentava subir.

Incrivelmente, o site ainda está hospedado no Angelfire. E para garantir que ele não se perca, criei um repositório no GitHub, onde posso guardar essa pequena lembrança sem o medo de exclusões não requisitadas. O site, inclusive, já está rodando lá.

Daquela antiga internet é possível encontrar quase tudo: a splash page, os avisos de resolução ideal, o menu-imagem feito com <map>, os frames e, ironicamente, o copyright. Só senti falta do gif giratório.

Nirvana spinning smiley

Pronto, agora tou feliz.

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OS X 10.10 Yosemite Local Development Environment: Apache, PHP, and MySQL with Homebrew

Se você está fugindo do MAMP para usar esta solução com o Homebrew, aproveite para copiar seus bancos antigos (o MAMP os salva em /Applications/MAMP/db/mysql) para /usr/local/var/mysql, o diretório padrão usado a partir de agora.

No terminal, digite:

$ cp -vR /Applications/MAMP/db/mysql/* /usr/local/var/mysql/

Após isso, basta reiniciar o MySQL:

$ brew services restart mysql
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Como usar o ícone do site como logo no formulário de login do WordPress

Caso você já tenha cadastrado um Ícone do siteSite Icon em sua instalação do WordPress (a opção está presente a partir da versão 4.3), é possível transportar a imagem para a sua página de login. Para isso, adicione o código abaixo ao seu arquivo functions.php:

<?php
/**
* Displays the registered Site Icon as a logo on the Login Form
*/
function fltnt_add_site_icon_to_login() {
if ( function_exists( 'has_site_icon' ) && has_site_icon() ) {
?>
<style type="text/css">
.login h1 a {
background-image: url(<?php site_icon_url(); ?>);
}
</style>
<?php
}
}
add_action( 'login_enqueue_scripts', 'fltnt_add_site_icon_to_login' );

 

Meus sinceros agradecimentos ao Hipster Logo Generator pelas ferramentas que me permitiram fazer tamanha obra de arte.


Veja também

 

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Recebendo notificações dos seus GitHub gists

O Giscus permite que você seja notificado por email cada vez que alguém comentar em algum dos seus GitHub gists.

Aproveitei e criei no IFTTT uma tarefa para que a cada email novo recebido do Giscus eu receba um aviso no Slack. Yessss.

IFTTT Recipe: Send me a message on Slack for every new comment on my GitHub Gists connects gmail to slack//ifttt.com/assets/embed_recipe.js

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O processo de design

Os designers enfrentam uma dura tarefa. São subordinados aos clientes e pode ser difícil descobrir quem são os verdadeiros usuários. Por vezes eles são até proibidos de entrar em contato com os usuários, por temor de que possam acidentalmente revelar os planos das companhias para novos produtos ou equivocadamente levar os usuários a acreditar que novos produtos estão prestes a ser desenvolvidos. O processo de design é prisioneiro da burocracia corporativa, e cada estágio no processo acrescenta sua própria avaliação e dita as mudanças que crê essenciais para seus interesses. O design quase certamente é alterado quando sai das mãos dos designers e segue adiante, passando pela fabricação e marketing. Todos os participantes são bem-intencionados, e seus problemas e interesses particulares são legítimos. Contudo todos os fatores deveriam ser levados em conta simultaneamente, e não submetidos aos acidentes de sequência de tempo ou às realidades de hierarquia e influência corporativa.

Donald Norman, em O Design do dia-a-dia

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Criando colunas condicionais de widgets com o Foundation

Widgets podem ser incômodos quando devem funcionar como colunas de informação. Pense em um rodapé que, por sua escolha, acomode também uma área de widgets. Você pode definir que o seu rodapé tratará 4 widgets em colunas, declarando cada um deles com 25% do tamanho total da sua área. Basta que ninguém adicione um quinto elemento ou, pior, remova um desses widgets, deixando aquela irregularidade desgraçada na tela. Você pode também usar uma biblioteca como o Masonry (o tema Twenty Thirteen usava ela, não?), mas será que seria necessário? Obviamente, existem formas mais suaves de se fazer isso.

Resolvi abordar o Foundation aqui pela oportunidade atual. Pretendo porém, num próximo artigo, mostrar como é possível fazer esses condicionais sem depender de um framework como ele ou o Bootstrap.

Basicamente, o que a solução faz é adicionar classes específicas aos widgets (usando a global $wp_registered_widgets) que atendam a determinadas condições. Ao contar o número de widgets em uma sidebar – que chamo aqui de widget areas –, adicionamos uma série de outras classes que irão controlar o posicionamento dos widgets. A única exceção fica por conta da minha única sidebar de verdade, chamada de sidebar-main: nela, widgets em colunas não são necessários.

Você pode até mesmo definir que, em uma certa sidebar, seus widgets fiquem com colunas de tamanhos diferentes. No meu caso, não exemplificado no gist abaixo, acabei jogando essa assimetria quando minha sidebar possuía apenas dois widgets. Assim, a primeira coluna ficou com uma largura maior (.medium-8) e a segunda preencheu o resto do grid do Foundation (.medium-4). O resultado é interessante justamente por fugir dos blocos de informação com tamanhos idênticos .

Um pequeno detalhe: esta solução irá, a princípio, gerenciar layouts em coluna quando o número de widgets na área for de no máximo seis, sem incluir o 5º. Para números maiores que seis, os widgets ficarão em sua própria linha. Isso, claro, também pode ser melhorado.

<?php
/**
* Loop through widget areas and add custom classes for each one of them
*
* @link http://colourstheme.com/2015/03/add-class-to-first-and-last-widget/ Reference #1
* @link https://gist.github.com/slobodan/6156076 Reference #2
*/
function fltnt_add_widget_custom_classes() {
global $wp_registered_widgets;
// Find those widgets
$sidebars = wp_get_sidebars_widgets();
if ( empty ( $sidebars ) ) {
return;
}
// Loop through each widget area
foreach ( $sidebars as $sidebar_id => $widgets ) {
// Our main sidebar doesn't need additional classes
if ( 'sidebar-main' == $sidebar_id ) {
continue;
}
// Get the number of widgets on the sidebar
$number_of_widgets = count( $widgets );
foreach ( $widgets as $i => $widget_id ) {
$widget_classes = '';
$widget_position = ( $i + 1 );
// Add a class for widget position
$widget_classes .= ' widget-position-' . $widget_position;
// Add a class for the total number of widgets in this widget area
$widget_classes .= ' widget-count-' . $number_of_widgets;
// Add first widget class
if ( 1 == $widget_position ) {
$widget_classes .= ' widget-first';
}
// Add last widget class
if ( $number_of_widgets == $widget_position ) {
$widget_classes .= ' widget-last';
}
// Add specific Foundation classes for layouts with, respectively, 6, 4, 3 or 2 columns
if ( 6 == $number_of_widgets ) {
$widget_classes .= ' medium-2';
}
elseif ( 4 == $number_of_widgets ) {
$widget_classes .= ' medium-3';
}
elseif ( 3 == $number_of_widgets ) {
$widget_classes .= ' medium-4';
}
elseif ( 2 == $number_of_widgets ) {
$widget_classes .= ' medium-6';
}
else {
$widget_classes .= ' medium-12';
}
// Add Foundation columns
$widget_classes .= ' columns';
// Save new classes into global $wp_registered_widgets
$wp_registered_widgets[$widget_id]['classname'] .= $widget_classes;
}
}
}
add_action( 'init', 'fltnt_add_widget_custom_classes' );

 

Talvez com os Block Grids também seja possível de fazer a brincadeira. A conferir.

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Prototipação com Jekyll e Foundation: um pequeno estudo para partidos políticos


Uma ótima atualização: pelo visto, o Foundation 6 virá com essa ideia já embutida


 

Uma discussão recorrente entre mim e meus amigos é a questão da prototipação de um site. Como mostrar um wireframe que reflita o uso do site? Como que essa estrutura montada pudesse ser utilizada como começo de algo real? E, para este específico caso, como fazer isso de forma aberta?

Há inúmeras ferramentas para criação de wireframes: Axure, iPlotz, Balsamiq e, mais recentemente, plataformas robustas como Macaw, Webflow e UXPin. Tive contato com algumas, já por outras eu passei batido. Em outros momentos, tentei fazer pequenos wireframes funcionais diretamente em uma estrutura de tema do WordPress com a ajuda de algum framework como Bootstrap ou Foundation e gostei do resultado — o cliente consegue ver o site tomando forma, dos tons de cinza do wireframe à aplicação da sua identidade, isso tudo usando conteúdo de verdade. Neste caso, porém, estamos tratando de um projeto menos específico.

A idéia

Comecei a trabalhar em um tema para WordPress voltado a partidos políticos. O Podemos, partido de esquerda espanhol, está sendo usado como referência; não tanto na parte técnica (o site é feito em WordPress e usa o Avada, o tema mais vendido do ThemeForest), mas nas questões de informação, abordagem ao (e)leitor, áreas de interação, financiamento coletivo e transparência das contas. Ah, e por ser de esquerda.

Não satisfeito com as ideias de wireframes de tela, pulei para algo mais palpável, por mais estranho que seja tratar um site através desse adjetivo. O GitHub, por ser o padrão hoje para desenvolvimento e colaboração com código, foi uma escolha natural. A decisão pelo Jekyll, o gerador de sites estáticos, também segue o mesmo caminho: ele é automaticamente processado pelo GitHub dentro da branch gh-pages. Para os grids e estilo base, o escolhido foi o Foundation.

Por falta de uma ideia melhor, o projeto foi publicado sob a alcunha de PRJ. Melhor que o nome, talvez, sejam alguns dos pontos positivos:

  • Funcionalidade: o wireframe é navegável e fácil de se fazer
  • Avaliação imediata do cliente: com a publicação do wireframe diretamente na branch gh-pages, as mudanças já estão disponíveis para comentários e sugestões
  • Reuso: uma estrutura e um estilo base que poderão ser replicados no próprio tema
  • Código aberto, ideias abertas: construir colaborativamente o projeto não é um objetivo, mas parte do processo

Mas nada aparece sem alguns poréns. Ainda há muito conteúdo sendo tratado como código, verdade, e eu poderia usar o Jekyll de forma mais inteligente. Ademais, existe uma certa redundância, já que eu crio páginas e atribuo a elas o layout desejado. Isso tudo, acredito eu, é uma questão de atualização do processo.

Para amanhã

Alguns possíveis próximos passos:

  • Criar um repositório para uma base que possa ser trabalhada separadamente
  • Automatizar tarefas usando um task runner. Definir tarefas de deploy da gh-pages, por exemplo, facilitaria a atualização
  • Criar uma tarefa para substituir as tags do Jekyll pelas do WordPress. Assim, elementos como {% include header.html %}{% include header.html %}{% include header.html %} poderiam, respectivamente, se tornar <?php get_header(); ?><?php get_footer(); ?><?php get_sidebar(); ?>
  • Unir no mesmo repositório wireframe e tema, usando a branch gh-pages para manter online o protótipo

Visite o projeto PJR no GitHub.

 

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WordCampus: uma ideia para uma conferência sobre WordPress com foco em instituições de ensino superior.

Eu gostaria muito de ver isso aqui no Brasil.