Stoner, de John Williams

“Em seu quadragésimo terceiro ano, William Stoner aprendeu o que outros, muito mais jovens que ele, haviam aprendido antes dele: que a pessoa a quem se ama no começo não é a pessoa que enfim se ama, e que o amor não é um fim, mas sim um processo através do qual uma pessoa experimenta conhecer outra.”

Stoner
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Sete anos no Tibet

Embora eu tenha aprendido, na Ásia, como meditar, a resposta final para o enigma da vida não foi concedida a mim. Porém, pelo menos aprendi a contemplar os acontecimentos da vida com tranquilidade e não me deixar ser arremessado para frente e para trás pelas circunstâncias em um mar de dúvidas.

Em Sete anos no Tibet, o austríaco Harrer conta um pouco de seu caminho, iniciado ao ser feito prisioneiro de guerra na Índia, durante a segunda guerra mundial, e só finalizado após a invasão ao Tibet pelo exército comunista chinês em 1950. Fugitivos de uma série de campos, Heinrich e alguns companheiros – aqui, principalmente Peter Aufschnaiter – seguiram Tibet adentro com o objetivo de encontrar exílio no país, então neutro. Vila após vila, conhecendo pessoas, estudando a língua, fugindo de ladrões, fazendo amizade com iaques e forjando vistos, os dois amigos atravessaram o Himalaia e alcançaram Lhasa, a capital sagrada. É incrível constatar que, seis anos depois do início dessa jornada, Harrer se tornaria tutor e um grande amigo do décimo quarto Dalai Lama.

Um livro como Sete anos no Tibet, contado de forma tão simples, tão calma e apaixonada, faz reacender a vontade de viajar por aí.

Remote, o novo livro da 37signals

A 37signals, responsável por produtos como o Basecamp, Campfire e também pelos livros Getting Real (gratuito em PDF) e Rework, está lançando Remote, que mostra os porquês e os comos de se trabalhar de maneira distribuída.

Quase 70% dos 39 funcionários da 37signals trabalham, remotamente, das mais variadas partes do mundo – não tão variadas assim, América do Norte e Europa basicamente, mas enfim. Eles não tem horários restritos, não precisam se deslocar até o escritório, muito menos se vestir formalmente. O tempo que seria gasto com tais tarefas é usado de forma livre, como os funcionários desejarem.

Como li e gostei muito das duas publicações anteriores, já aguardo ansiosamente a minha cópia.