Trabalhando com usuários no WordPress.com: minha palestra no 12º Curitiba WordPress meetup

No dia 20/07, eu dei uma palestra no 12º Curitiba WordPress meetup onde falei um pouco sobre a Automattic, o meu atual trabalho como Happiness Engineer e sobre o processo de seleção dentro da empresa. Foi uma conversa longa (quase 2 horas intercaladas com ótimas questões) e o pessoal pareceu bastante interessado no trabalho de suporte a usuário.

Entre os tópicos tratados, estavam:

  • A Automattic como uma empresa distribuída
  • Trabalhando com suporte – como é o dia-a-dia de um Happiness Engineer
  • O processo de recrutamento (antes, durante e depois do teste)
  • Trabalho remoto

Abaixo, os slides da conversa:

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III Fórum Mundial da Bicicleta em Curitiba

A terceira edição do fórum tem tudo para ser um evento marcante que contribua na construção de cidades mais humanas, com a participação de professores, arquitetos e ativistas internacionais e de todo o Brasil. O conceito para esta edição é “A Cidade em Equilíbrio”, afinal, não é apenas um evento para ciclistas, mas sim, para toda a população. É preciso discutir, pensar e planejar soluções para que bicicletas, pedestres e motoristas possam conviver juntos.

O projeto tá no Catarse procurando por apoiadores.

WordCamp Curitiba 2012: Chamada para trabalhos

Designers, programadores, gestores de conteúdo e demais entusiastas do WordPress: foi aberta a chamada para trabalhos no WordCamp Curitiba 2012, o segundo aqui na capital paranaense. Se você gosta de falar em publico e tem vontade de compartilhar o conhecimento, eis a sua chance.

O prazo vai até dia 28 de maio.

Dia 18 de março, Bigelf em Curitiba. Ah, teve show do Dream Theater também

— Então, fui ver o Bigelf abrir pro Dream Theater ontem.
— Pô, eu vi eles. Aqui perto do trampo, no hotel Pestana.
— q
— Sim. Uns barbudões, né.
— Sim. *chora*

Considerando que eu não tenho cacoetes de tiete, fica fácil concluir que eu não me toquei que os caras estariam pela cidade. Porque eles almoçam e tal. Precisam dormir. Tomar banho. Que burro. E saber que o tal hotel fica apenas a algumas quadras da minha casa só me fez sentir um pouco mais otário.

O Bigelf foi uma das primeiras bandas que eu ouvi quando descobri que havia vida longe das drogas pesadas. Eles, junto com Electric Wizard, Dead Meadow e Dozer me fizeram continuar gostando dos anos 70, mas sem a bichogrilice tão comum àqueles panacas que adoram fazer manha e dizer que não se faz mais música boa como antigamente. A primeira música que ouvi foi Madhatter, do terceiro disco, Hex. E aí, bem, aí a casa caiu.  Impossível não gostar deles se você tem Sabbath e Beatles entre suas bandas favoritas:

Com alguns contratempos que envolvem táxis, oito pessoas dormindo no meu apartamento e um Barcelona x Inter no Pro Evolution Soccer 2010, com vitória do Barcelona, cheguei com meu amigo ao Curitiba Master Hall um pouco depois do que pretendia. Não seria um grande problema se eu não tivesse o costume de esquecer que aquele lugar é uma bosta. Sério. Não é incomum você ficar do lado de fora, numa fila que dobra o quarteirão, esperando os seguranças vagarosamente liberarem a entrada da galera. No entanto, o local faz uma brincadeira interessante: ele rebate a estrutura meia boca, a acústica escrota e a péssima dinâmica de entrada com, veja só, ingressos pela metade do preço pra todo mundo. Sim, você não precisa ser estudante ou um avô. Basta levar um quilo de seu alimento favorito (sal não vale, ok) que você automaticamente paga metade do valor. Isso me leva ao cálculo de que eu gastei 80 reais pra ver seis músicas.

O set do Bigelf foi curtíssimo, como era de se esperar. Mas que show do caralho, som gordo e bruto. Dá gosto ver o Ace Mark destruindo aquela SG. Damon Fox é um gênio e não tem como não achar demais ver aquele camarada cantando e tocando um Hammond e um Mellotron AO MESMO TEMPO. É de ficar vesgo. E enquanto meus dois amigos e eu babávamos com os acordes de Blackball, Money Machine e Disappear, o resto da galera não parecia entender o que faziam aqueles três imbecis pulando enquanto a casa, abarrotada de fãs do Dream Theater, não esboçava ainda nenhuma reação considerável.

Ao fim do show, um cisco entrou no meu olho e eu tive que ir ao fundo do Master Hall, daonde já fomos à caça de camisetas, adesivos ou algo do tipo. Em meio a umas duzentas toneladas de camisetas pretas do Dream Theater, vimos CDs do Bigelf à venda. Quarenta reais. Amigo, 2001 já passou, foda-se se esse CD é importado. Dei um tapa na cara do vendedor bem no momento em que o local começou a tremer. Pelo jeito a apresentação principal iria começar.

De qualquer forma, fica aqui meu agradecimento ao Dream Theater. Se não fosse pelo senhor Mike Portnoy, dificilmente eu teria visto um show do Bigelf na cidade onde moro. E que show, porra, que curto e magnífico show. Obrigado, fera. Você é um estranho tocando bateria, mas mesmo assim, hoje, eu te daria um belo dum abraço.