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Gerenciando pedidos via WhatsApp com o GoomerGo

Com o coronavírus comendo solto, estabelecimentos comerciais também precisaram se adaptar ao mundo online. Como o mundo do comércio eletrônico não é algo fácil de se domar, empreendedores estão se virando com as ferramentas do dia-a-dia: redes sociais e/ou WhatsApp.

O problema é que essas ferramentas não são as ideais, e qualquer pedido tem a enorme chance de virar uma conversa de vários minutos:

Qual o cardápio? Quanto custa o produto? Quanto é o frete? Posso retirar no local? Até que horas vocês ficam abertos?

Quando se tem somente dois ou três pedidos, o processo até flui. O problema é quando são 30. Ou 50.

Pra quem precisa entrar rapidamente na internet sem gastar dinheiro ou tempo com implementação, uma dica é o GoomerGo, um serviço bem bacana que encontrei esses dias num restaurante do meu bairro. Gratuito, ele ajuda a criar um site, listar produtos, escolher formas de entrega, adicionar horário de atendimento e gerar um pedido bem formatadinho, mandado via WhatsApp para o telefone da empresa:

Você faz o pedido através do site e o restaurante recebe um resumo dele diretamente no telefone

Obviamente, você ainda gerencia os pedidos através de uma ferramenta que não foi feita pra isso. Porém, a vantagem é cortar o papo desnecessário, gerar um pedido completo e permitir que seu tempo seja gasto em coisas mais importantes. É um baita serviço para empreendedores que precisam se adaptar aos novos tempos.

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Home office ou trabalho remoto: ferramentas digitais em tempos de mudança

O coronavírus impôs uma nova realidade ao mundo e, consequentemente, à muitos trabalhadores que tiveram que rapidamente lidar com essa mudança radical de cultura. Em questão de dias, muitas pessoas entraram no mundo do home office, e trabalhar de casa, preparar sua rotina, cuidar dos filhos e ainda evitar a procrastinação e a falta de foco se tornaram um enorme desafio.

Inúmeros textos brotaram, pós COVID-19, sobre trabalho remoto. A maioria dos que li focam em dicas e orientações geais, algo que eu mesmo esbocei aqui há uns anos. Como as dicas ainda são as mesmas, resolvi focar em ferramentas que me ajudam a trabalhar de casa.

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Como esconder o pop-up de login e navegar no Instagram sem uma conta

A internet, que antes se assemelhava a uma cidade aberta, em que cada cidadão tinha sua própria voz e podia falar e flanar entre iguais, tornou-se um conjunto de grandes condomínios fechados. Cada um deles com regras próprias, que determinam como a informação circula.

No entanto, hoje boa parte da informação na rede é publicada “intramuros”. Não aparece em buscadores e é preciso fazer “login” para acessá-la.

Ronaldo Lemos, em coluna na Folha
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Como educar crianças feministas

Ensine-a que se você criticar X em mulheres mas não criticar X em homens, então você não tem um problema com X, mas sim um problema com mulheres.


Há nove anos, quando soube que um amigo meu ia ter um filho, dei um livro de presente para ele. Rules for My Unborn Son, ou “Regras para meu filho que ainda não nasceu” em tradução livre, possui conselhos maravilhosos mesclados com algumas poucas cagações de regras datadas e levemente preconceituosas. Essa constatação só vem com o tempo, e que bom que o pensamento evolui com as mudanças na nossa sociedade. Lembrei dele quando comecei a ler o pequeno livro de Chimamanda Ngozi Adichie chamado Para educar crianças feministas: um manifesto.

Adichie, ao ser indagada por uma amiga querendo dicas para criar sua filha de uma forma feminista, escreveu uma carta com quinze conselhos. Posteriormente, estes conselhos viraram um livro que fala de sociedade, de igualdade, e da nossa participação no questionamento dos aspectos culturais que nos envolvem.

Ainda que seja escrito com uma pequena menina na cabeça, Para educar crianças feministas: um manifesto é feito para todas as crianças, para pais e mães e, principalmente, para todas as pessoas que queiram fazer parte de um mundo melhor.

O vídeo abaixo complementa tudo que Adichie expressou no livro:

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Dias Gomes: ditadura, subversão e pornografia

Após ter a peça liberada pela ditadura, Dias Gomes descobre que O berço do herói não entraria em cartaz por uma proibição explícita do governador da Guanabara, Carlos Lacerda. De acordo com Lacerda, a peça que serviu de base para Roque Santeiro era pornográfica e subversiva.

Dias depois do fato, uma nota do secretário de Segurança, coronel Gustavo Borges, foi publicada em um dos jornais da época. Dos seis tópicos que compões a justificativa para a proibição, destaca-se quão atual o segundo deles se mantém:

Pretendem, pois, autor [Dias Gomes] e empresário, usar a polícia como fato de propaganda gratuita nos jornais, induzidos sutilmente a publicarem a notícia pré-fabricada de interdição de uma pseudo-obra de arte visando a demonstrar que o “terrorismo intelectual” vem sendo aplicado pelas autoridades responsáveis pela ordem pública e pela preservação dos bons costumes. A verdade, porém, é estarem esses senhores engajados na implantação de uma “ditadura cultural”, através do abuso de liberdade democrática […]

E abaixo, uma entrevista com o autor no programa Roda Viva, em junho de 1995:

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1967: Uma foto histórica na casa de Vinicius de Moraes

Em agosto de 1967, Vinicius de Moraes reuniu em sua casa músicos da MPB para planejar uma campanha de valorização e resgate das marchinhas de carnaval. Coube ao fotógrafo Paulo Scheuenstuhl registrar o encontro que contou com feras como Tom Jobim, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Edu Lobo, Dorival Caymmi e Chico Buarque:

Mais informações, incluindo uma lista com todos os nomes, no site do Instituto Antonio Carlos Jobim.

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Santos Dumont, João Gilberto e Rio de Janeiro

Decolar e pousar no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, é tão lindo que transformei uma gravação de quase 14 minutos, feita com meu celular, neste pequeno vídeo. Na trilha, Vivo sonhando, a música de Tom Jobim que fecha o disco Getz/Gilberto, de 1964. 🖤

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The Real Thing

Rapaz, The Real Thing acabou de completar 30 anos. Que coisa maravilhosa:

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Stoner, de John Williams

“Em seu quadragésimo terceiro ano, William Stoner aprendeu o que outros, muito mais jovens que ele, haviam aprendido antes dele: que a pessoa a quem se ama no começo não é a pessoa que enfim se ama, e que o amor não é um fim, mas sim um processo através do qual uma pessoa experimenta conhecer outra.”

Stoner
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Para compartilhar #5: Bourdain, Rio de Janeiro e infográficos sobre o ritmo de clássicos brasileiros