happytables, agora gratuito

Cadastrando os pratos do meu restaurante, o Loco Abreu’s

Como já dito aqui neste tão lido blog, o happytables é um serviço de criação e acompanhamento de sites para bares e restaurantes. Cadastro de pratos, de informações sobre o local, integração com Foursquare e Facebook, é tudo muito melzinho na chupeta.

Pois bem, agora o happytables também possui uma versão gratuita. Claro, há limitações: caso deseje manter o dinheiro no bolso (a assinatura custa 39 dólares mensais, um valor bem justo), algumas opções, tais como a possibilidade de criar seu próprio CSS, de incluir seus dados para as ferramentas Webmaster e Analytics do Google e de gerenciar eventos, não estarão disponíveis É só dar uma olhada na lista de funcionalidades e ver qual é a melhor opção para você. Ou para seu cliente, claro.

Seu cliente precisa ouvir mais nãos

We once received a call from a gentlemen who said, “[redacted] referred me to you. He said that you wouldn’t be shy about telling me I was wrong, you’d probably piss me off, and that I should listen to everything you said because it would work.”

I was delighted.

That said, you should aim to be pleasant to work with, as everyone would rather work with someone pleasant than with an asshole. But no one wants to work with someone who’s faking it. Doing good work often requires a few hard conversations.

There’s a difference between being enjoyable to work with and being “nice.” Being nice means worrying about keeping up the appearance of harmony at the expense of being straightforward and fully engaged. Sometimes you need to tell a client they’re making the wrong call. Part of client services is being able to do that without coming off as a dick. But being afraid to do it because you’re too invested in being “nice” is worse than being a dick.

Este é um pequeno trecho do pequeno trecho do livro Design is a Job, de Mike Monteiro, apresentado no A List Apart. O tema, no entanto, é bem mais abrangente, e trata da não tão trivial tarefa de conseguir clientes. Vale o passeio.

Me interessei bastante por esta parte do texto porque me parece que tal situação ocorre demais. Assim, demais mesmo. Clientes, de uma forma geral, tendem a te tratar como funcionário. São como uma criança mimada, acostumada a ter tudo como quer e quando quer. Afinal, você foi contratado, né, eles estão pagando em dia, pagando bem, e isso justifica todo e qualquer pedido absurdo. Pois bem, dane-se. Pagar corretamente é um preceito, abaixar a cabeça não. Não seja bonzinho. Você está sendo pago para propor uma solução, não para fazer as vontades de dois ou três. Se alguém te contratou para fazer um serviço, esse serviço deveria incluir dizer “amigo, você está defecando pela boca” sempre que necessário.

Os clientes que entendem isso são os melhores com quem você irá trabalhar.